
O sorriso não chegou.
Do fundo de uma sala fantástica povoada de amigos vivos e objectos estáticos cumpri a minha função e senti o orgulho.
Ao meu lado um semblante fechado e silencioso.
Uma falta de relevância da minha pessoa fez-me encolher e sentir pequenina.
Uma falha na minha postura denunciou o que as minhas palavras verbalizaram.
Posso culpar o sono e o cansaço mas na verdade terei sempre que ser objetiva e não deixar o novelo da minha cabeça dar a justificação que me faria feliz.
Baixar a guarda num momento puro de medo. Explicar-te o sentido do que muitas vezes pode não ser percebido e ouvir o teu desinteresse numa frase que espelha a tua indiferença: " O que dizes não me causa trauma".
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